Dia 9 – 04/05/2001 (quarta-feira) – Mendoza

Acordamos após o toque do despertador (8h05), tomamos café (agora mais modesto) e fomos a pé até o parque de Mendoza.

saravá são jorge!

O parque é bem legal e muito bem cuidado com um lindo lago e um “roseiral”.

Eu juro que "isso" é um roseiral, realmente a auto estima dos hermanos é inabalável....

Tínhamos agendado o passeio para as vinícolas e uma fábrica de azeite para às 14h00, de modo que pegamos um táxi ($15) para voltar ao centro e almoçarmos no Subway ($40). Chegamos no albergue e aguardamos a van do passeio que estava lotadinha de brasileiros, o que não tira a graça do passeio. Visitamos a vinícola Weinert e ficamos espantados com os barris, o processo de produção do vinho.

faz o vinho aí maluco!

vários tonéis....

Depois fomos na vinícola Vistandes, que é bem mais moderna. Nenhuma dessas vinícolas exporta para o Brasil, então compramos 3 garrafas para levar para casa.

essa já é mais modernosa cheia dos tonéis de inoxidável coisa e tal.....

 

Por último fomos na fábrica de azeite que basicamente prensa as azeitonas para fazer o azeite extra virgem.

fazer vinho é fácil agora fazer azeite é mais mole ainda!!!

amassa a azeitona e separa o oleo do resto!

Voltamos para o albergue às 19h30 e saímos em seguida para fazer compras. Jantamos novamente no Arturito, eu, um sensacional bife de chorizo e Patricia uma milanesa de carne que também não ficou para trás. Voltamos para o albergue e fomos dormir!

 

rola um passeio de bike pelas vinicolas mas a pancita não quis enfrentar o pedal 😦

Vinho do dia: Estancia Mendoza

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Dia 8 – 03/05/2001 (terça-feira) – Buenos Aires / Mendoza

Acordamos às 7h00 depois de uma noite desmaiados pelo cansaço mais o vinho do dia anterior. Tomamos café e deixamos, às 9h00, o Hotel Rochester Classic que foi nossa casa na última semana.

Adiós Bs. As. (essa era a vista da janela do hotel)

 

Chegamos no Aeroparque antes das 9h30 e ainda tivemos tempo de dar uma volta ao redor do aeroporto para ver passarinhos e um pessoal pescando.

pescaria ao lado do aeroporto......

Como previsto o vôo aterrissou m Mendoza às 13h01 e logo pegamos um táxi para chegar al Albergue ($36). Deixamos as malas no quarto e fomos almoçar no restaurante Arturito – Parrillada para 2 ($164).

e tome-le tripa de boi!

 

Demos uma volta pelo comércio mas tudo estava fechado por causada siesta, então voltamos ao albergue e tiramos a siesta também! Acordamos às 18h30 e saímos novamente para trocar dinheiro e pegar informações turísticas. Tomamos uma Stella Artois, um suco de laranja e uma água em um bar chique do centro ($40) e voltamos para o albergue para tomar mais uma garrafa de vinho enquanto aguardávamos um francês terminar de escrever seu email para usar a internet!

Ultimas noticias: no hay noticias

Como estamos em um quarto privativo com banheiro (na verdade o banheiro fica fora do quarto, mas só nós o usamos)

Era bem estranho sermos os mais “ricos” do local.

Vinhos do dia: Bianchi Borgoña (no almoço)

Vinho de mesa (garrafa sem rótulo) do albergue

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Dia 7 – 02/05/2001 (segunda-feira) – Buenos Aires / Colonia / Buenos Aires

Dia de acordar mais cedo para conhecer el Uruguay. Acordamos às 6h30 da manhã, ligamos a TV e descobrimos que fazia 6º, puta frio! Tomamos café e saímos do hotel com destino à estação do Buque. Passamos pela Imigração que é peculiar. Fica um funcionário da Argentina que carimba sua saída do país e outro do Uruguai que carimba sua entrada no Uruguai. Na volta o processo é inverso.

dorme pancita....

safety first!

 

El sol brilla sobre nosotros. !Vamos Uruguay!

 

O Buque saiu às 9h01 e já fazia um dia com bastante sol apesar do vento frio. Chegamos em Colônia às 12h00 e logo fomos ao posto de informações turísticas para ver o que tinha para fazer. Basicamente ver as paisagens da cidade que é muito bonita e ir aos museus, que tem entrada única (50 pesos uruguaios). Fomos a uma casa de câmbio e trocamos 50 dólares (900 pesos uru). Esse foi o dinheiro que gastamos durante todo o dia. Fomos aos Museus do Índio, Municipal Português, Casa Macarelo, do Azulejo (que estava fechado e vimos por fora).

Almoçamos num lugar chamado Don Pedro, eu carne com salada e Patricia, massa ($550 uru) com direito a meia jarra de vinho da casa.

A tarde a luz ficou perfeita para tirar fotos e baixou o caboclo  suzuki tiradô de foto a mim e eu saí fotografando como um louco.

fogo!

 

 

 

Às 18h00 saímos para pegar o Buque, não sem antes passar no mercado para gastar os uruguaios restantes com um tetrapak de vinho (1 litro!), alfajores e refrigerantes. Pegamos o Buque às 19h01 em chegamosem  Buenos Airesàs 22h01 com planos de comprar algo para comer no hotel e matar o vinho uruguaio!

no a la droga, si a la pizza!

 

Vinhos do dia: Vinho da Casa do Restaurante D Pedro

Santa Teresa Taunat Varietal tinto (embalagem tetrapak)

 

“Se vino al mundo

Y no toma vino

Por qual motivo

Vino al mundo?”

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Dia 6 – 01/05/2001 (domingo) – Buenos Aires

O despertador tocou no horário habitual (8h05) mas ficamos dormindo até as 9h30 porque chovia. Tomamos café, voltamos para o quarto e demos mais uma enrolada para ver se a chuva passava. Por volta das 11h00 fomos de metrô até a vizinhança onde nasceu Carlos Gardel! Além de frio, tudo estava fechado por conta do feriado e as ruas estavam desertas. Até o shopping estava fechado! Esse passeio foi classificado como 4 cocares pela International Indian Hat Association (IIHA!).

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Depois desse emocionante programa voltamos ao metrô pois queríamos ir até a estação do Buque comprar as passagens para Colonia del Sacramento (Uruguai) para o dia seguinte. Descemos na estação de metrô que pensávamos ser a mais próxima e depois de andar um pouco por áreas não indicadas para turistas, perguntamos para três ou quatro pessoas, até que um motoboy nos indicou o caminho. Encontramos a estação, conversamos com o bilheteiro, compramos os bilhetes e ele nos disse que dava para ir à pé do nosso hotel até lá, pela Av. Corrientes. Foi o que fizemos na volta, descobrimos que não precisava pegar metrô e nem táxi para ir ao Buque. Almoçamos no Burguer King ($60) e aproveitamos que o comércio do centro estava  aberto para comprar algumas lembranças. Voltamos para o hotel por voltas das 17h00 e descansamos até as 18h00 quando saímos de novo para ver o resultado da semi-final do Paulistão (Coringão na final depois de eliminar a porcada nos pênaltis) e a finalizamos o dia com um jantar na pizzaria tosca que havíamos descoberto ($16). Eu tomei umas cervejas no caminho do hotel e só.

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Na volta passamos pela bicicletaria Canalha!

 

Vinho do dia: por hoy no hay vino 😦

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Dia 5 – 30/04/2001 (sábado) – Buenos Aires

Acordamos no horário regulamentar (8h05) e descobrimos que estava chovendo. Tomamos café e fomos até o quiosque de internet ver email. Ficamos sabendo do falecimento do avô do Diego e do Sandro, ex-marido da Celimar. Fiquei bem triste com as más notícias. Pegamos o ônibus 17 (1,10) e voltamos até a Recoleta para irmos ao Museu de Belas Artes.

Não se pode sacar fotos dentro do museu

 

Voltamos de táxi para o centro ($14) e almoçamos no “rodízio” (tenedor libre $ 110). Voltamos para o hotel, mas como a camareira ainda estava arrumando o quarto, voltamos para a rua e fomos dar (mais) uma volta pelo centro. Subimos para o quarto umas 17h30, tomamos banho e ficamos de bobeira até umas 21h00 quando descemos para uma volta e comer alguma coisa. Voltamos para o “rato-burguer” e comemos pizza + empanadas + fainá + cerveja $60. Liguei para o Brasil e confirmei que minha sobrinha Júlia havia nascido. Bem vinda a esse mundo louco, Júlia. Hoje comprovei na prática o ditado “Todo dia nasce gente, todo dia morre gente”.

Vinho do dia: Vasco Viejo tinto

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Dia 4 – 29/04/2001 (sexta-feira) – Buenos Aires

Acordamos, tomamos café e logo pela manhã a primeira surpresa:  encontramos com um cara que trabalhou comigo na BM&F esse mundo é um cú mesmo. Pegamos um táxi com destino a La Boca($27). Chegando lá fomos ao Museu do Boca ($80) e fizemos o tour do estádio. O manto sagrado do todo-poderoso fez bastante sucesso por lá.

Encontro com dios

menininho lindo.....

una solo por favor.....

cuidado com o português

existem 4784 fotos iguais a essa no mundo

Demos uma volta pelo Caminito e acabamos almoçando por lá ($170). Conversamos com o garçom e ele nos indicou o ônibus 29 para sairmos de lá de voltarmos ao centro, o que foi bem legal (passou pelo bairro Palermo). Chegamos no hotel umas 16h30 e descansamos por uma hora. Saímos de novo para buscar o ingresso do show de tango no Centro Cultural Borges ($50 + $15 de impostos) que fica na Galeria Pacífico. O show foi sensacional. Voltamos à pé para ao hotel e jantamos em um lugar de empanadas ($57).

caminito

caminito 2 la mission

~ Vinho do dia: Obelisco Cabernet tinto

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Dia 3 – 28/04/2001(quinta-feira) – Buenos Aires

Acordamos às 8h05, tomamos banho e café. Acordei com dor de cabeça por causa do vinho de ontem. Saímos do hotel às 11h00 com destino ao zoológico. Fomos de metrô. O zôo realmente é muito bom. Vários animais ficam soltos e tiramos muitas fotos.

bichinho mansinho....

turistas.....

Visitando los hermanos

A outra parte da zebra está no zoo de Mendoza

Depois do zôo fomos a pé até Recoleta. Mais ou menos uma hora de caminhada pelos bairros não-turísticos de Buenos Aires. Chegamos na Recoleta e fomos direto ao cemitério chorar no túmulo da Eva Perón (falhamos miseravelmente). O que mais me impressionou no cemitério é que os caixões são bem reforçados e ficam a vista ao contrário daqui aonde os caixões são feitos pra se desmancharem junto com o morto. Depois fomos ao Centro Cultural da Recoleta, onde existiam algumas exposições meia-boca e voltamos de táxi até o Obelisco.

morrendo com estilo

heróis da gurra do Paraguai

singela homenagem....

bem vindos!

llora pancita....

Antes de chegar ao hotel paramos na sorveteria para um helado (Patricia) e uma Quilmes (eu). Voltamos ao hotel para esperar a hora do restaurante abrir (20h00), pois estávamos morrendo de fome (não almoçamos). Comemos num restaurante tipo “tenedor libre”, ou seja, tudo o que você aguentar. Tomamos um vinho (Norton). A conta deu 112 pesos. Depois do jantar fomos dar uma volta, liguei para casa, e passamos na farmácia “só para conhecer”. Voltamos para o hotel e só.
Vinho do dia: Norton $32
Entrada no zôo $27 por pessoa (exceto atração do Leão Marinho, incluso o Aquário e Tartarugas)
Pancho + Coca + ? $18
Táxi para hotel $15
Janta $112
Farmácia $85

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